27 A 30 DE MAIO DE 2026
Pré-eventos online 30 de março a 22 de maio
27 A 30 DE MAIO DE 2026
Pré-eventos online 30 de março a 22 de maio
Data e hora
27/05/2026 – 30/05/2026 - 08:00 - 21:00 GMT-3
Localização
Gramado - Rio Grande do Sul - Brasil
Modo
Presencial e online
Data e hora
27/05/2026 – 30/05/2026 - 08:00 - 21:00 GMT-3
Localização
Gramado - Rio Grande do Sul - Brasil
Modo
Presencial e online
REALIZAÇÃO
PARCERIAS
APOIO
SOBRE O EVENTO
Do Patrimônio Protoindustrial ao Industrial: Museus e a Memória das Técnicas
O SemPIAS é um evento interdisciplinar, desenvolvido em quatro dias, apresentando um elenco nacional e internacional de convidados que palestrarão em quatro mesas temáticas presenciais, com gravação e transmissão online aberta, cada uma representativa de um dos eixos temáticos do evento. Na noite do primeiro dia, presencialmente, haverá uma conferência e no terceiro dia, um workshop, ambas com convidados estrangeiros. Pretende-se discussão intensa sobre os objetos, enquanto suportes vestigiais do que se produziu e sobre os lugares, antigas oficinas, fábricas, pequenos ou grandes locais de produção como instituições centrais para a salvaguarda da inteligência técnica. Discute-se a ‘técnica’ como um patrimônio que envolve a adaptação de tecnologias advindas de diferentes lugares às paisagens produtivas locais. As estruturas de produção alimentar ganham relevo diante do propósito de preservação dessa memória técnica no sentido de que é um contributo para a sustentabilidade das paisagens históricas e para a identidade cultural regional.
O SemPIAS oportunizará a inscrição de trabalhos com conteúdos relacionados aos quatro eixos temáticos, organizados pelas temáticas apresentadas nos GTs. a serem apresentados em salas virtuais, gravadas e disponibilizadas no site do evento. Os trabalhos efetivamente apresentados serão publicados no formato de textos completos nos Anais do evento. Ainda, nos terceiros e quarto dia visitas técnicas mediadas, antecedidas por palestras. Nas semanas anteriores ao SemPIAS haverá uma série de atividades pré-eventos em modo virtual e presencial. O evento se apresenta em parceria com: Unipampa, FURG, Unilassale, UCS, Instituto Terra e Memória (Mação/PT), Cátedra UNESCO-IPT Humanidade e Gestão Cultural Integrada e Prefeitura Municipal de Gramado, tendo como sede do evento presencial, a cidade de Gramado.
SOBRE O EVENTO
Do Patrimônio Protoindustrial ao Industrial: Museus e a Memória das Técnicas
O SemPIAS é um evento interdisciplinar, desenvolvido em quatro dias, apresentando um elenco nacional e internacional de convidados que palestrarão em quatro mesas temáticas presenciais, com gravação e transmissão online aberta, cada uma representativa de um dos eixos temáticos do evento. Na noite do primeiro dia, presencialmente, haverá uma conferência e no terceiro dia, um workshop, ambas com convidados estrangeiros. Pretende-se discussão intensa sobre os objetos, enquanto suportes vestigiais do que se produziu e sobre os lugares, antigas oficinas, fábricas, pequenos ou grandes locais de produção como instituições centrais para a salvaguarda da inteligência técnica. Discute-se a ‘técnica’ como um patrimônio que envolve a adaptação de tecnologias advindas de diferentes lugares às paisagens produtivas locais. As estruturas de produção alimentar ganham relevo diante do propósito de preservação dessa memória técnica no sentido de que é um contributo para a sustentabilidade das paisagens históricas e para a identidade cultural regional.
O SemPIAS oportunizará a inscrição de trabalhos com conteúdos relacionados aos quatro eixos temáticos, organizados pelas temáticas apresentadas nos GTs. a serem apresentados em salas virtuais, gravadas e disponibilizadas no site do evento. Os trabalhos efetivamente apresentados serão publicados no formato de textos completos nos Anais do evento. Ainda, nos terceiros e quarto dia visitas técnicas mediadas, antecedidas por palestras. Nas semanas anteriores ao SemPIAS haverá uma série de atividades pré-eventos em modo virtual e presencial. O evento se apresenta em parceria com: Unipampa, FURG, Unilassale, UCS, Instituto Terra e Memória (Mação/PT), Cátedra UNESCO-IPT Humanidade e Gestão Cultural Integrada e Prefeitura Municipal de Gramado, tendo como sede do evento presencial, a cidade de Gramado.
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O tema tem origem no projeto de pesquisa “Tecnologias Antigas e Atuais em Culturas Tradicionais Iberoamericanas: Sustentabilidade de Paisagens Históricas da Produção” e, no mais recente projeto “Tecnologias Antigas e Atuais na Sustentabilidade do Patrimônio Transfronteiriço: Rio Grande do Sul-Uruguai e pretende abordar dois amplos assuntos: 1) os processo e os sujeitos que na formação do Rio Grande do Sul, a partir das grandes imigrações do século XIX, geraram as bases do patrimônio industrial gaúcho; 2) a “memória das técnicas” como uma chave interpretativa fundamental para aprofundar considerações sobre a transição entre o saber artesanal e a mecanização produtiva. Já se avançou da análise da protoindústria, assim entendida por Franklin Mendeles em 1972, que a situava na produção manufatureira rural como primeira fase do processo industrial, para a consideração da larga extensão de tempo a que se refere o processo no qual se reconhece que o trabalho doméstico de produção de bens já caracterizava a mercantilização que viria depois. Autores como Cascone & Penisi (1997), como Martinez Martinez (2000), Fazzini (2017), Torró Gil (2019), Russo & Pollone (2022) estendem a observação deste fenômeno em muitos séculos anteriores à primeira revolução industrial, matizando em diferentes pontos de vista as muitas acepções que o definem. Mas se tais referências se utilizam de documentos diversos, aqui a discussão recai sobre os objetos, essas pontes potenciais entre os tempos, suportes vestigiais do que se produziu. Para tanto, dá-se ênfase ao fato de que grande parte dos suportes dessa memória encontra-se nos museus que operam, nos seus muitos e diversos formatos, como instituições centrais para a salvaguarda da inteligência técnica. Afirma-se que a guarda dessa memória é um ato de preservação da cultura do trabalho. Sem a documentação e a interpretação oferecidas pelos museus, arquivos e outras instituições de memória, o patrimônio industrial corre o risco de ser reduzido a uma casca de aparência, a um lugar vazio de sentidos. O museu e outras instituições da mesma ordem, atuam, portanto, como o locus que conecta o passado produtivo à condição contemporânea e possibilita que técnicas que foram fundamentais para a fixação e desenvolvimento de comunidades, como as de processamento de alimentos, sejam entendidas enquanto parte integrante essencial da história social dos lugares. Portanto, o Seminário destaca o papel dos museus na salvaguarda e difusão dos saberes técnicos que configuram o patrimônio protoindustrial (brasileiro e de outros países), com ênfase no hibridismo técnico das heranças de diferentes grupos. Discute-se a “técnica” não apenas como aparato mecânico, mas como um patrimônio que envolve a adaptação de tecnologias advindas de diferentes lugares às paisagens produtivas locais. Com tal foco, as estruturas de produção alimentar ganham relevo diante do propósito de preservação dessa memória técnica no sentido de que é um contributo para a sustentabilidade das paisagens históricas e para a identidade cultural regional.
Ressalta-se que a formação cultural, de que parte sejam, embora aqui se dê atenção à gaúcha, não é decorrência exclusiva dos fluxos transnacionais, que tampouco lhes são exclusivos. O mesmo cenário sobre a memória das técnicas é observado em outras regiões do país e, não menos nos países vizinhos ao Rio Grande do Sul, nos quais o patrimônio protoindustrial é o resultado material de fluxos e transferências de conhecimento que não respeitam fronteiras nacionais. Portanto, essas transferências tecnológicas apontam para o fato de que muitos locais do Brasil, também do Rio Grande do Sul, foram ou são pontos de convergência de uma rede internacional de circulação de ideias. No caso do Rio Grande do Sul, a análise comparativa com os países vizinhos e com os países de origem das imigrações permite triangular referências históricas, provendo um suporte sólido para o entendimento da interculturalidade. Ao discutir esses conteúdos, o seminário não apenas reapresenta o passado, mas projeta a sustentabilidade das paisagens históricas de produção como um campo de inovação e transferências compartilhadas no cenário ibero e trans-americano e dá luz aos modos como os saberes originários, a colonização e as imigrações se hibridizaram, adaptando know-how específicos que precisaram ser negociados com as condições locais. Essa adaptação envolveu o uso de matérias-primas disponíveis no território, a modificação de utensílios e o diálogo (nem sempre conscientes, nem sempre pacíficos) com sistemas pré-existentes. É forçoso reconhecer que este solo (e qualquer outro) já possuía uma lógica produtiva do manejo de recursos naturais estabelecida pelos saberes dos povos originários e que essa, de alguns ou de muitos modos, foi absorvida pelos processos de colonização. Muitos desses saberes foram ocultados nos processos de dominação dos territórios, mas não desapareceram e é esse reconhecimento que o debate proposto busca iluminar, sobretudo pelas investigações de como essas técnicas se fundiram. No final, espera-se ampliar a compreensão de que a caminhada do conhecimento mais aproxima do que distingue e separa tempos e povos.
Referências
CASCONE, G.; PENNISI, P. Edificios protoindustriales para la producción de vino en Sicilia. Los palmentos y las bodegas del Etna desde el S. XVII al XIX. Inítínucs de la Construcción, Vol. 49, n” 450, julio/agosto 1997. Disponible en http://informesdelaconstruccion
FAZZINI, M. Instituciones feudales y desarrollo protoindustrial en la Baja Edad Media: el caso murciano. Actas de XVI Jornadas Interescuelas-Departamentos de Historia. Universidad Nacional de Mar del Plata: p. 1-19. https://www.memoria.fahce.unlp
.edu.ar/trab_eventos/ev.17036/
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, M. (ed), Documentos relativos a los oficios artesanales en la baja Edad Media. Colección de Documentos para la Historia del Reino de Murcia XXI, Murcia, 2000.
MENDELES, F. Proto-Industrialization: The First Phase of the Industrialization Process. The Journal of Economic History, Vol. 32, No. 1, The Tasks of Economic History, 1972, p. 241-261.
PARISI, R. La prospettiva dell’Architettura. In: MEINI, M. (edi). Il turismo al plurale. Una lettura integrata del territorio per un’offerta turistica sostenibile, Franco Angeli, Milano, 2012, p.114-130.
RUSSO, V.; POLLONE S. Di pietre e d’acqua. La conservazione del patrimonio proto-industriale nel paesaggio culturale della Costiera Amalfitana. Restauro Archeologico, v.1, 2022.
TORRÓ GIL, L. Tenencia, transmission y formas de explotación de la tierra en un entorno protoindustrial. La Comarca de Alcoi (SS. XVI-XVIII). Ediciones Universidad de Salamanca: Stud. his., H.a mod., 41, n. 2 (2019), p. 191-219.
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O tema tem origem no projeto de pesquisa “Tecnologias Antigas e Atuais em Culturas Tradicionais Iberoamericanas: Sustentabilidade de Paisagens Históricas da Produção” e, no mais recente projeto “Tecnologias Antigas e Atuais na Sustentabilidade do Patrimônio Transfronteiriço: Rio Grande do Sul-Uruguai e pretende abordar dois amplos assuntos: 1) os processo e os sujeitos que na formação do Rio Grande do Sul, a partir das grandes imigrações do século XIX, geraram as bases do patrimônio industrial gaúcho; 2) a “memória das técnicas” como uma chave interpretativa fundamental para aprofundar considerações sobre a transição entre o saber artesanal e a mecanização produtiva. Já se avançou da análise da protoindústria, assim entendida por Franklin Mendeles em 1972, que a situava na produção manufatureira rural como primeira fase do processo industrial, para a consideração da larga extensão de tempo a que se refere o processo no qual se reconhece que o trabalho doméstico de produção de bens já caracterizava a mercantilização que viria depois. Autores como Cascone & Penisi (1997), como Martinez Martinez (2000), Fazzini (2017), Torró Gil (2019), Russo & Pollone (2022) estendem a observação deste fenômeno em muitos séculos anteriores à primeira revolução industrial, matizando em diferentes pontos de vista as muitas acepções que o definem. Mas se tais referências se utilizam de documentos diversos, aqui a discussão recai sobre os objetos, essas pontes potenciais entre os tempos, suportes vestigiais do que se produziu. Para tanto, dá-se ênfase ao fato de que grande parte dos suportes dessa memória encontra-se nos museus que operam, nos seus muitos e diversos formatos, como instituições centrais para a salvaguarda da inteligência técnica. Afirma-se que a guarda dessa memória é um ato de preservação da cultura do trabalho. Sem a documentação e a interpretação oferecidas pelos museus, arquivos e outras instituições de memória, o patrimônio industrial corre o risco de ser reduzido a uma casca de aparência, a um lugar vazio de sentidos. O museu e outras instituições da mesma ordem, atuam, portanto, como o locus que conecta o passado produtivo à condição contemporânea e possibilita que técnicas que foram fundamentais para a fixação e desenvolvimento de comunidades, como as de processamento de alimentos, sejam entendidas enquanto parte integrante essencial da história social dos lugares. Portanto, o Seminário destaca o papel dos museus na salvaguarda e difusão dos saberes técnicos que configuram o patrimônio protoindustrial (brasileiro e de outros países), com ênfase no hibridismo técnico das heranças de diferentes grupos. Discute-se a “técnica” não apenas como aparato mecânico, mas como um patrimônio que envolve a adaptação de tecnologias advindas de diferentes lugares às paisagens produtivas locais. Com tal foco, as estruturas de produção alimentar ganham relevo diante do propósito de preservação dessa memória técnica no sentido de que é um contributo para a sustentabilidade das paisagens históricas e para a identidade cultural regional.
Ressalta-se que a formação cultural, de que parte sejam, embora aqui se dê atenção à gaúcha, não é decorrência exclusiva dos fluxos transnacionais, que tampouco lhes são exclusivos. O mesmo cenário sobre a memória das técnicas é observado em outras regiões do país e, não menos nos países vizinhos ao Rio Grande do Sul, nos quais o patrimônio protoindustrial é o resultado material de fluxos e transferências de conhecimento que não respeitam fronteiras nacionais. Portanto, essas transferências tecnológicas apontam para o fato de que muitos locais do Brasil, também do Rio Grande do Sul, foram ou são pontos de convergência de uma rede internacional de circulação de ideias. No caso do Rio Grande do Sul, a análise comparativa com os países vizinhos e com os países de origem das imigrações permite triangular referências históricas, provendo um suporte sólido para o entendimento da interculturalidade. Ao discutir esses conteúdos, o seminário não apenas reapresenta o passado, mas projeta a sustentabilidade das paisagens históricas de produção como um campo de inovação e transferências compartilhadas no cenário ibero e trans-americano e dá luz aos modos como os saberes originários, a colonização e as imigrações se hibridizaram, adaptando know-how específicos que precisaram ser negociados com as condições locais. Essa adaptação envolveu o uso de matérias-primas disponíveis no território, a modificação de utensílios e o diálogo (nem sempre conscientes, nem sempre pacíficos) com sistemas pré-existentes. É forçoso reconhecer que este solo (e qualquer outro) já possuía uma lógica produtiva do manejo de recursos naturais estabelecida pelos saberes dos povos originários e que essa, de alguns ou de muitos modos, foi absorvida pelos processos de colonização. Muitos desses saberes foram ocultados nos processos de dominação dos territórios, mas não desapareceram e é esse reconhecimento que o debate proposto busca iluminar, sobretudo pelas investigações de como essas técnicas se fundiram. No final, espera-se ampliar a compreensão de que a caminhada do conhecimento mais aproxima do que distingue e separa tempos e povos.
Referências
CASCONE, G.; PENNISI, P. Edificios protoindustriales para la producción de vino en Sicilia. Los palmentos y las bodegas del Etna desde el S. XVII al XIX. Inítínucs de la Construcción, Vol. 49, n” 450, julio/agosto 1997. Disponible en http://informesdelaconstruccion.revistas.csic.es
FAZZINI, M. Instituciones feudales y desarrollo protoindustrial en la Baja Edad Media: el caso murciano. Actas de XVI Jornadas Interescuelas-Departamentos de Historia. Universidad Nacional de Mar del Plata: p. 1-19. https://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.17036/ev.17036.pdf
MARTÍNEZ MARTÍNEZ, M. (ed), Documentos relativos a los oficios artesanales en la baja Edad Media. Colección de Documentos para la Historia del Reino de Murcia XXI, Murcia, 2000.
MENDELES, F. Proto-Industrialization: The First Phase of the Industrialization Process. The Journal of Economic History, Vol. 32, No. 1, The Tasks of Economic History, 1972, p. 241-261.
PARISI, R. La prospettiva dell’Architettura. In: MEINI, M. (edi). Il turismo al plurale. Una lettura integrata del territorio per un’offerta turistica sostenibile, Franco Angeli, Milano, 2012, p.114-130.
RUSSO, V.; POLLONE S. Di pietre e d’acqua. La conservazione del patrimonio proto-industriale nel paesaggio culturale della Costiera Amalfitana. Restauro Archeologico, v.1, 2022.
TORRÓ GIL, L. Tenencia, transmission y formas de explotación de la tierra en un entorno protoindustrial. La Comarca de Alcoi (SS. XVI-XVIII). Ediciones Universidad de Salamanca: Stud. his., H.a mod., 41, n. 2 (2019), p. 191-219.
Sobre Gramado
Localizada na Serra Gaúcha, a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, consolida-se como um dos destinos mais emblemáticos e estruturados do Brasil, oferecendo uma experiência que une sofisticação urbana e charme histórico. Recentemente, a cidade tornou-se parceira oficial da UFPel para a realização do IV Seminário Internacional de Patrimônio Industrial, Alimento e Sustentabilidade, evidenciando sua importância como polo de eventos técnicos e acadêmicos.
Gramado um cenário único com vários destaques, entre eles:
Referência em Eventos e Museus
Gramado possui uma agenda cultural vibrante, sediando eventos de renome internacional durante todo o ano, o que atrai pesquisadores e turistas de diversas partes do globo. A cidade destaca-se por sua densa rede de equipamentos culturais, incluindo:
- Museu Municipal Hugo Daros: Espaço que salvaguarda o acervo histórico da cidade, sendo essencial para pesquisadores que buscam compreender a evolução urbana e social da região.
- Museu Histórico Major José Nicoletti Filho: Situado na antiga residência do primeiro administrador da cidade, é um marco da arquitetura de transição e da memória local.
- Museu da Estação Ferroviária da Várzea Grande: Espaço fundamental para a compreensão do patrimônio ferroviário e do desenvolvimento econômico da região.
Diversidade Museal: Além dos locais históricos, a cidade abriga uma série de museus temáticos que fortalecem sua estrutura turística e cultural.
Potência Turística e Gastronômica
A estrutura turística de Gramado é reconhecidamente forte, capaz de acolher grandes eventos e um fluxo constante de visitantes com alta qualidade de serviços.
- Turismo Gastronômico: Muito inspirado na imigração italiana, que celebrou 150 anos em 2025, a gastronomia local é um dos principais atrativos, oferecendo desde cafés coloniais até pratos refinados que preservam o “saber-fazer” tradicional.
- Turismo Rural: A zona rural de Gramado oferece um roteiro variado e importante, permitindo o contato direto com a produção artesanal e a vida no campo, conectando o visitante à herança dos imigrantes que colonizaram a serra.
Conexão com a Pesquisa e o Patrimônio
A cidade não é apenas um cenário turístico, mas um campo ativo para o estudo do patrimônio industrial e protoindustrial. Através de protocolos de cooperação com instituições como a UFPel e o grupo Fábrica de Memória, Gramado reafirma seu compromisso com a salvaguarda da memória das técnicas e a sustentabilidade cultural.
Leia Mais Sobre Gramado - RS
Localizada na Serra Gaúcha, a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, consolida-se como um dos destinos mais emblemáticos e estruturados do Brasil, oferecendo uma experiência que une sofisticação urbana e charme histórico. Recentemente, a cidade tornou-se parceira oficial da UFPel para a realização do IV Seminário Internacional de Patrimônio Industrial, Alimento e Sustentabilidade, evidenciando sua importância como polo de eventos técnicos e acadêmicos.
Gramado um cenário único com vários destaques, entre eles:
Referência em Eventos e Museus
Gramado possui uma agenda cultural vibrante, sediando eventos de renome internacional durante todo o ano, o que atrai pesquisadores e turistas de diversas partes do globo. A cidade destaca-se por sua densa rede de equipamentos culturais, incluindo:
- Museu Municipal Hugo Daros: Espaço que salvaguarda o acervo histórico da cidade, sendo essencial para pesquisadores que buscam compreender a evolução urbana e social da região.
- Museu Histórico Major José Nicoletti Filho: Situado na antiga residência do primeiro administrador da cidade, é um marco da arquitetura de transição e da memória local.
- Museu da Estação Ferroviária da Várzea Grande: Espaço fundamental para a compreensão do patrimônio ferroviário e do desenvolvimento econômico da região.
Diversidade Museal: Além dos locais históricos, a cidade abriga uma série de museus temáticos que fortalecem sua estrutura turística e cultural.
Potência Turística e Gastronômica
A estrutura turística de Gramado é reconhecidamente forte, capaz de acolher grandes eventos e um fluxo constante de visitantes com alta qualidade de serviços.
- Turismo Gastronômico: Muito inspirado na imigração italiana, que celebrou 150 anos em 2025, a gastronomia local é um dos principais atrativos, oferecendo desde cafés coloniais até pratos refinados que preservam o “saber-fazer” tradicional.
- Turismo Rural: A zona rural de Gramado oferece um roteiro variado e importante, permitindo o contato direto com a produção artesanal e a vida no campo, conectando o visitante à herança dos imigrantes que colonizaram a serra.
Conexão com a Pesquisa e o Patrimônio
A cidade não é apenas um cenário turístico, mas um campo ativo para o estudo do patrimônio industrial e protoindustrial. Através de protocolos de cooperação com instituições como a UFPel e o grupo Fábrica de Memória, Gramado reafirma seu compromisso com a salvaguarda da memória das técnicas e a sustentabilidade cultural.
GRUPOS TEMÁTICOS (GTs)
EIXO 1 - O PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL NOS MUSEUS
GT 1.1: Museus, Memória e Identidades Transfronteiriça
Coordenadora principal: Amanda Mensch Eltz (UFPEL)
Email: gt1.1.ivsempias@gmail.com
Este tema propõe uma análise crítica sobre o papel dos museus na construção das narrativas de identidade em regiões de fronteira, sejam elas físicas ou simbólicas, presentes ou passadas. A investigação central reside em como as instituições museais operam a guarda de acervos que testemunham o hibridismo cultural e as trocas simbólicas que se deram ao longo do tempo. Serão debatidas as metodologias de documentação e exposição que permitem converter objetos hodiernos, prosaicos e que se inscreviam como parte de cotidianos já superados (ou não) em documentos de memória de grupos e tempos. O foco estende-se às coleções que representam intenções ou valores de modos de vida e que existem, elas próprias por intenções e valores estéticos ou subjacentes a modos de ver o mundo. O objetivo é compreender as possibilidades e potencialidades do museu como um espaço capaz de articular as memórias locais com processos globais, e que tem a capacidade (por vezes consciente) de espelhar as dissonâncias da memória e evidenciar a diversidade e a complexidade das culturas transfronteiriças.
GT 1.2: Salvaguarda das Tecnologias Históricas
Coordenadora principal: Laiana Pereira da Silveira
Email: gt1.2.ivsempias@gmail.com
O tema aborda a musealização dos remanescentes da produção, considerando as tecnologias industriais e protoindustriais que se expressam nos acervos de museus ou presentes nas comunidades. Contempla-se a transição técnica de saberes produtivos — dos primórdios a tempos mais recentes ou atuais — e os desafios específicos para relacionar os objetos, às vezes dentro de um mesmo museu. Discute-se o conceito de patrimônio industrial não apenas como maquinário, mas como um testemunho da cultura do trabalho e da sustentabilidade das paisagens históricas de produção. A abordagem inclui o estudo comparativo entre as técnicas carreadas por diferentes grupos e as adaptações locais, utilizando os acervos como fontes para a história do know-how da produção artesanal, manufatureira e industrial. O tema busca discutir a gestão conceitual e curatorial da memória do saber-fazer, essencial para a salvaguarda de infraestruturas que conectam a herança tecnológica exógenas às realidades autóctones.
Coordenadores Convidados:
GT 1.3: Museus além das paredes: território, cultura e protagonismo comunitário
Coordenadores principais: Márcio Dillmann de Carvalho
Email: gt1.3.ivsempias@gmail.com
Os museus comunitários e de território são iniciativas culturais voltadas à preservação e valorização de memórias, identidades e patrimônios locais. Diferentemente dos museus tradicionais, não se restringem a um edifício, mas abrangem o território em seus aspectos culturais, sociais e ambientais. No campo da Museologia Social, incentivam a participação da comunidade, fortalecendo o protagonismo local, o sentimento de pertencimento e a valorização de histórias muitas vezes invisibilizadas, tornando-se espaços de resistência cultural, educação patrimonial e construção de identidades.
O tema propõe refletir sobre o papel dos museus na sociedade e sobre como ações e ferramentas educacionais podem ampliar a participação comunitária e a valorização da diversidade cultural. Podem se inscrever profissionais de museus e pesquisadores, por meio de envio de resumo da temática, abrindo também a possibilidade de participação tanto de acadêmicos quanto de não acadêmicos .
EIXO 2 - TÉCNICAS E TECNOLOGIAS DO PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL
GT 2.1: As técnicas perdidas, mantidase mudadas da produção e dos significados do alimento
Coordenador principal: Alcides Gomes Neto
Email: gt2.1.ivsempias@gmail.com
Este tema propõe uma reflexão sobre a evolução das paisagens históricas de produção, analisando a tensão entre a tradição e a modernização nos processos de fabricação de alimentos. A discussão aborda as técnicas perdidas, decorrentes da obsolescência industrial; as mantidas, que sobrevivem como saber-fazer e patrimônio imaterial em comunidades e museus; e as mudadas, resultantes da transferência e adaptação de tecnologias. O debate central reside em identificar as heranças técnicas, sobretudo do cone sul, cujos laços históricos e culturais antecedem à chegada dos europeus, com ênfase na adaptação de infraestruturas e técnicas de produção de alimentos. Também interessam estudos que observam como a mudança nos meios de produção altera os significados sociais e culturais do alimento, impactando a sustentabilidade e a manutenção da memória cultural.
GT 2.2: Tecnologias Patrimoniais e Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Coordenador principal: Wagner Halmenschlager (UFPEL)
Email: gt2.2.ivsempias@gmail.com
O tema aborda as intersecções entre o patrimônio industrial, a segurança alimentar e a sustentabilidade das paisagens culturais. O foco reside no estudo das tecnologias, antigas e atuais, analisando como as infraestruturas históricas de produção de alimentos podem ser motores de desenvolvimento sustentável. A discussão engloba a preservação de remanescentes físicos e o registro de modos de produção como estratégias de resiliência e valorização do território. Inclusive se inclui nos debates estudos e relatos que considerem as formas de enfrentamento das sociedades ao impacto de desastres ambientais. Também interessa a essa GT conhecer redes de cooperação que articulem a história da técnica à gestão do patrimônio, bem como ações de fortalecimento às políticas de memória voltadas para a manutenção da sustentabilidade produtiva e cultural
Coordenadores Convidados:
EIXO 3 - NOVAS TECNOLOGIAS NOS ESTUDOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL
GT 3.1: Geoprocessamento e Metodologias Multicritério no Estudo do Patrimônio Histórico
Coordenadora principal: Cátia M. dos Santos Machado (FURG)
Email: gt3.1.ivsempias@gmail.com
Este Grupo de Trabalho propõe discutir aplicações de geoprocessamento (SIG) e metodologias multicritério como ferramentas inovadoras no estudo, análise e gestão do patrimônio histórico, em complemento aos registros documentais tradicionais. Serão acolhidos trabalhos que explorem o mapeamento e a análise espacial de bens patrimoniais, a avaliação multicritério de valores culturais, a priorização de ações de preservação e o apoio a processos de tombamento e planejamento territorial. O GT incentiva abordagens interdisciplinares, participativas e o uso de tecnologias digitais como instrumentos de qualificação da tomada de decisão e democratização da informação patrimonial.
Coordenadores Convidados:
GT 3.2 - Tecnologias Convergentes e Diálogos Interdisciplinares na Gestão do Patrimônio Cultural
Coordenadora principal: Diana Francisca Adamatti (FURG)
Email: gt3.2.ivsempias@gmail.com
Este Grupo Temático propõe um debate transversal sobre como as novas tecnologias reconfiguram as práticas de preservação, documentação e difusão do patrimônio histórico. Partindo de um diálogo interdisciplinar entre Arqueologia, Museologia, Geografia, Planejamento Urbano e Ciência da Informação, busca-se analisar abordagens que promovam uma gestão patrimonial mais integrada e inovadora. Serão privilegiados trabalhos que utilizem ferramentas como o Geoprocessamento (SIG) no planejamento urbano, a digitalização 3D para salvaguarda arqueológica e museológica, e a Ciência da Dados para a transparência e interoperabilidade de acervos. O objetivo é discutir como a inovação tecnológica pode fortalecer a memória social, permitindo que a gestão do patrimônio responda aos desafios contemporâneos de acessibilidade e sustentabilidade das paisagens históricas de produção. Interessam muito trabalhos que exemplifiquem o uso do SIG e sensoriamento remoto para o mapeamento e planejamento urbano de áreas de interesse patrimonial, o uso de técnicas de fotogrametria e escaneamento na preservação de remanescentes industriais e sítios arqueológicos bem como a curadoria de dados para a gestão transparente de acervos culturais , além de outros.
GT3.3: Tecnologias Digitais, Memória e Patrimônio: desafios e potencialidades
Coordenadores: Prof. Dr. Moisés Waismann
Este Grupo de Trabalho propõe reunir pesquisas que explorem as relações entre tecnologias digitais, memória social e patrimônio cultural, considerando tanto suas potencialidades quanto os desafios envolvidos na produção, preservação e difusão de acervos e narrativas. Parte-se do entendimento de que as tecnologias digitais têm ampliado significativamente as formas de registro, documentação e interpretação do patrimônio, tensionando práticas tradicionais e abrindo novas possibilidades de acesso, participação e construção de conhecimento. O GT acolhe trabalhos relacionados ao uso de documentos e bancos de dados digitais, ferramentas e ambientes virtuais aplicados em pesquisas e práticas pedagógicas sobre memória social, bens culturais, preservação e comunicação do patrimônio, material e imaterial, incluindo abordagens que explorem o uso da inteligência artificial no registro, organização, análise e difusão de acervos, bem como suas implicações éticas e epistemológicas. Serão bem-vindas contribuições interdisciplinares que articulem teoria e prática, incluindo estudos de caso, experiências aplicadas e projetos em desenvolvimento, contribuindo para o uso crítico e criativo das tecnologias digitais na valorização do patrimônio e da memória.
EIXO 4 - PATRIMÔNIO CULTURAL NAS DINÂMICAS DO TURISMO SUSTENTÁVEL
GT 4.1: Turismo e a Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Coordenadora principal: Caterine Henriques Mendes (UFPEL)
Email: gt4.1.ivsempias@gmail.com
O principal interesse deste GT é discutir o potencial turístico de antigos centros de produção e infraestruturas tecnológicas históricas, explorando a transição de espaços fabris e artesanais em destinos de experiência cultural. A discussão abrange a identificação de remanescentes industriais e protoindustriais, como moinhos e unidades produtivas de alimentos, antigas oficinas e fábricas de alta produção e sua integração em rotas turísticas que enfatizam o vínculo entre técnica, território e tradição. Analisa-se como a prospecção de dados históricos e o levantamento de acervos podem fundamentar projetos de interpretação patrimonial que garantam a sustentabilidade das paisagens culturais. Busca-se discutir o turismo cultural como modo de incentivo ou de conhecimento dos patrimônios técnicos e possibilidade da geração de produtos turísticos qualificados e autênticos.
GT 4.2 - Memória Social e Itinerários turísticos transfronteiriços
Coordenador principal: Alan Dutra de Melo (UNIPAMPA)
Email: gt4.2.ivsempias@gmail.com
O tema aborda a criação de itinerários e fluxos turísticos em regiões de fronteira, onde a memória social partilhada fundamenta o patrimônio cultural comum. Investiga-se como as políticas de memória e os arquivos das instituições podem ser utilizados para estruturar caminhos turísticos que narram a circulação de saberes e tecnologias entre Brasil, Uruguai e Argentina. A ementa propõe o estudo das representações sociais e das identidades tradicionais como elementos de atratividade turística, discutindo os desafios de equilibrar a preservação da memória local com a demanda do turismo internacional. Busca-se, por meio de visitas técnicas e intercâmbios, desenvolver estruturas de adequação metodológica que promovam o fortalecimento de redes de turismo cultural pautadas pela diversidade e pelo respeito às matrizes tecnológicas ibero-americanas.
Coordenadores Convidados:
GRUPOS TEMÁTICOS (GTs)
EIXO 1 - O PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL NOS MUSEUS
GT 1.1: Museus, Memória e Identidades Transfronteiriças
Este tema propõe uma análise crítica sobre o papel dos museus na construção das narrativas de identidade em regiões de fronteira, sejam elas físicas ou simbólicas, presentes ou passadas. A investigação central reside em como as instituições museais operam a guarda de acervos que testemunham o hibridismo cultural e as trocas simbólicas que se deram ao longo do tempo. Serão debatidas as metodologias de documentação e exposição que permitem converter objetos hodiernos, prosaicos e que se inscreviam como parte de cotidianos já superados (ou não) em documentos de memória de grupos e tempos. O foco estende-se às coleções que representam intenções ou valores de modos de vida e que existem, elas próprias por intenções e valores estéticos ou subjacentes a modos de ver o mundo. O objetivo é compreender as possibilidades e potencialidades do museu como um espaço capaz de articular as memórias locais com processos globais, e que tem a capacidade (por vezes consciente) de espelhar as dissonâncias da memória e evidenciar a diversidade e a complexidade das culturas transfronteiriças.
GT 1.2: Salvaguarda das Tecnologias Históricas
O tema aborda a musealização dos remanescentes da produção, considerando as tecnologias industriais e protoindustriais que se expressam nos acervos de museus ou presentes nas comunidades. Contempla-se a transição técnica de saberes produtivos — dos primórdios a tempos mais recentes ou atuais — e os desafios específicos para relacionar os objetos, às vezes dentro de um mesmo museu. Discute-se o conceito de patrimônio industrial não apenas como maquinário, mas como um testemunho da cultura do trabalho e da sustentabilidade das paisagens históricas de produção. A abordagem inclui o estudo comparativo entre as técnicas carreadas por diferentes grupos e as adaptações locais, utilizando os acervos como fontes para a história do know-how da produção artesanal, manufatureira e industrial. O tema busca discutir a gestão conceitual e curatorial da memória do saber-fazer, essencial para a salvaguarda de infraestruturas que conectam a herança tecnológica exógenas às realidades autóctones.
Coordenadores Convidados:
GT 1.3: Museus além das paredes: território, cultura e protagonismo comunitário
Os museus comunitários e de território são iniciativas culturais voltadas à preservação e valorização de memórias, identidades e patrimônios locais. Diferentemente dos museus tradicionais, não se restringem a um edifício, mas abrangem o território em seus aspectos culturais, sociais e ambientais. No campo da Museologia Social, incentivam a participação da comunidade, fortalecendo o protagonismo local, o sentimento de pertencimento e a valorização de histórias muitas vezes invisibilizadas, tornando-se espaços de resistência cultural, educação patrimonial e construção de identidades.
O tema propõe refletir sobre o papel dos museus na sociedade e sobre como ações e ferramentas educacionais podem ampliar a participação comunitária e a valorização da diversidade cultural. Podem se inscrever profissionais de museus e pesquisadores, por meio de envio de resumo da temática, abrindo também a possibilidade de participação tanto de acadêmicos quanto de não acadêmicos .
EIXO 2 - TÉCNICAS E TECNOLOGIAS DO PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL
GT 2.1: As técnicas perdidas, mantidas e mudadas da produção e dos significados do alimento
Este tema propõe uma reflexão sobre a evolução das paisagens históricas de produção, analisando a tensão entre a tradição e a modernização nos processos de fabricação de alimentos. A discussão aborda as técnicas perdidas, decorrentes da obsolescência industrial; as mantidas, que sobrevivem como saber-fazer e patrimônio imaterial em comunidades e museus; e as mudadas, resultantes da transferência e adaptação de tecnologias. O debate central reside em identificar as heranças técnicas, sobretudo do cone sul, cujos laços históricos e culturais antecedem à chegada dos europeus, com ênfase na adaptação de infraestruturas e técnicas de produção de alimentos. Também interessam estudos que observam como a mudança nos meios de produção altera os significados sociais e culturais do alimento, impactando a sustentabilidade e a manutenção da memória cultural.
GT 2.2: Tecnologias Patrimoniais e Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
O tema aborda as intersecções entre o patrimônio industrial, a segurança alimentar e a sustentabilidade das paisagens culturais. O foco reside no estudo das tecnologias, antigas e atuais, analisando como as infraestruturas históricas de produção de alimentos podem ser motores de desenvolvimento sustentável. A discussão engloba a preservação de remanescentes físicos e o registro de modos de produção como estratégias de resiliência e valorização do território. Inclusive se inclui nos debates estudos e relatos que considerem as formas de enfrentamento das sociedades ao impacto de desastres ambientais. Também interessa a essa GT conhecer redes de cooperação que articulem a história da técnica à gestão do patrimônio, bem como ações de fortalecimento às políticas de memória voltadas para a manutenção da sustentabilidade produtiva e cultural
EIXO 3 - NOVAS TECNOLOGIAS NOS ESTUDOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL
GT 3.1: Geoprocessamento e Metodologias Multicritério no Estudo do Patrimônio Histórico
Este Grupo de Trabalho propõe discutir aplicações de geoprocessamento (SIG) e metodologias multicritério como ferramentas inovadoras no estudo, análise e gestão do patrimônio histórico, em complemento aos registros documentais tradicionais. Serão acolhidos trabalhos que explorem o mapeamento e a análise espacial de bens patrimoniais, a avaliação multicritério de valores culturais, a priorização de ações de preservação e o apoio a processos de tombamento e planejamento territorial. O GT incentiva abordagens interdisciplinares, participativas e o uso de tecnologias digitais como instrumentos de qualificação da tomada de decisão e democratização da informação patrimonial.
Coordenadores Convidados:
GT 3.2 - Tecnologias Convergentes e Diálogos Interdisciplinares na Gestão do Patrimônio Cultural
Este Grupo Temático propõe um debate transversal sobre como as novas tecnologias reconfiguram as práticas de preservação, documentação e difusão do patrimônio histórico. Partindo de um diálogo interdisciplinar entre Arqueologia, Museologia, Geografia, Planejamento Urbano e Ciência da Informação, busca-se analisar abordagens que promovam uma gestão patrimonial mais integrada e inovadora. Serão privilegiados trabalhos que utilizem ferramentas como o Geoprocessamento (SIG) no planejamento urbano, a digitalização 3D para salvaguarda arqueológica e museológica, e a Ciência da Dados para a transparência e interoperabilidade de acervos. O objetivo é discutir como a inovação tecnológica pode fortalecer a memória social, permitindo que a gestão do patrimônio responda aos desafios contemporâneos de acessibilidade e sustentabilidade das paisagens históricas de produção. Interessam muito trabalhos que exemplifiquem o uso do SIG e sensoriamento remoto para o mapeamento e planejamento urbano de áreas de interesse patrimonial, o uso de técnicas de fotogrametria e escaneamento na preservação de remanescentes industriais e sítios arqueológicos bem como a curadoria de dados para a gestão transparente de acervos culturais , além de outros.
GT3.3: Tecnologias Digitais, Memória e Patrimônio: desafios e potencialidades
Este Grupo de Trabalho propõe reunir pesquisas que explorem as relações entre tecnologias digitais, memória social e patrimônio cultural, considerando tanto suas potencialidades quanto os desafios envolvidos na produção, preservação e difusão de acervos e narrativas. Parte-se do entendimento de que as tecnologias digitais têm ampliado significativamente as formas de registro, documentação e interpretação do patrimônio, tensionando práticas tradicionais e abrindo novas possibilidades de acesso, participação e construção de conhecimento. O GT acolhe trabalhos relacionados ao uso de documentos e bancos de dados digitais, ferramentas e ambientes virtuais aplicados em pesquisas e práticas pedagógicas sobre memória social, bens culturais, preservação e comunicação do patrimônio, material e imaterial, incluindo abordagens que explorem o uso da inteligência artificial no registro, organização, análise e difusão de acervos, bem como suas implicações éticas e epistemológicas. Serão bem-vindas contribuições interdisciplinares que articulem teoria e prática, incluindo estudos de caso, experiências aplicadas e projetos em desenvolvimento, contribuindo para o uso crítico e criativo das tecnologias digitais na valorização do patrimônio e da memória.
EIXO 4 - PATRIMÔNIO CULTURAL NAS DINÂMICAS DO TURISMO SUSTENTÁVEL
GT 4.1: Turismo e a Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
O principal interesse deste GT é discutir o potencial turístico de antigos centros de produção e infraestruturas tecnológicas históricas, explorando a transição de espaços fabris e artesanais em destinos de experiência cultural. A discussão abrange a identificação de remanescentes industriais e protoindustriais, como moinhos e unidades produtivas de alimentos, antigas oficinas e fábricas de alta produção e sua integração em rotas turísticas que enfatizam o vínculo entre técnica, território e tradição. Analisa-se como a prospecção de dados históricos e o levantamento de acervos podem fundamentar projetos de interpretação patrimonial que garantam a sustentabilidade das paisagens culturais. Busca-se discutir o turismo cultural como modo de incentivo ou de conhecimento dos patrimônios técnicos e possibilidade da geração de produtos turísticos qualificados e autênticos.
GT 4.2 - Memória Social e Itinerários turísticos transfronteiriços
O tema aborda a criação de itinerários e fluxos turísticos em regiões de fronteira, onde a memória social partilhada fundamenta o patrimônio cultural comum. Investiga-se como as políticas de memória e os arquivos das instituições podem ser utilizados para estruturar caminhos turísticos que narram a circulação de saberes e tecnologias entre Brasil, Uruguai e Argentina. A ementa propõe o estudo das representações sociais e das identidades tradicionais como elementos de atratividade turística, discutindo os desafios de equilibrar a preservação da memória local com a demanda do turismo internacional. Busca-se, por meio de visitas técnicas e intercâmbios, desenvolver estruturas de adequação metodológica que promovam o fortalecimento de redes de turismo cultural pautadas pela diversidade e pelo respeito às matrizes tecnológicas ibero-americanas.
Coordenadores Convidados:
CRONOGRAMA
CRONOGRAMA
- Início do envio de resumos para os GTs – 10 de março
- Final do prazo de submissão dos resumos – 20 de abril
- Divulgação da lista de resumos aprovados – Até 11 de maio
- Pagamento da taxa de inscrição – Até 16 de maio
- Divulgação dos horários e links das salas de apresentações nos GTs – A partir de 22 de maio
- Início do envio de resumos para os GTs – 10 de março
- Final do prazo de submissão dos resumos – 20 de abril
- Divulgação da lista de resumos aprovados – Até 11 de maio
- Pagamento da taxa de inscrição – Até 16 de maio
- Divulgação dos horários e links das salas de apresentações nos GTs – A partir de 22 de maio
SUBMISSÕES
SUBMISSÕES
INSCRIÇÃO DE OUVINTE
Inscrição para ouvinte IV – SEMPIAS Link Aqui
INSCRIÇÃO
Taxa de inscrição:
1) Professores, pesquisadores e profissionais R$ 100,00;
2) Mestrandos e doutorandos – R$ 70,00;
3) Graduandos – R$ 50,00
4) Ouvintes – não pagam taxa
Transferência (enviar comprovante para o email do evento)
Nome: Claudia Nogueira Fonseca
Banco: Mercado Pago
Agência: 0001
Conta: 29607966218
CPF: 01878210033
Pix : 53984021255
ÁREAS TEMÁTICAS
- EIXO 1 - O PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL NOS MUSEUS
Ler Texto
No Rio Grande do Sul os museus das cidades que se apresentam como núcleos originários da imigração europeia, são lugares nos quais os objetos cunhados ou representativos de tecnologias antigas ou tradicionais estão à disposição em grande número, nem sempre relacionados ou identificados sob esse prisma. No entanto, se reconhecidos como partícipes de um sistema complexo que envolvia tanto produzir como consumir e comercializar, rapidamente sua valorização imaterial emerge pelos múltiplos aspectos históricos que indicam ou referem. Nesse eixo busca-se discutir a identificação de tais objetos em inventários, os valores imateriais a eles associados, o que representam na história técnica de como se faziam as coisas, tradições e costumes a eles associados, sua origem e inserção em paisagens culturais das quais são vestígios materiais e tudo isso não só em museus, mas em coleções rurais, ou urbanas, em arquivos, em bibliotecas e assim por diante.
- EIXO 2 - TÉCNICAS E TECNOLOGIAS DO PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL
Ler Texto
O estudo deste vasto e diversificado patrimônio permite triangular referências históricas e fluxos migratórios, evidenciando transferências tecnológicas entre diferentes países e continentes. Neste eixo evidenciam-se estudos sobre o conjunto de vestígios materiais e imateriais dos sistemas produtivos que antecederam a Revolução Industrial e que participavam de operações de organização técnica e comercial complexas. Também se entendem colaborativos ao eixo, estudos sobre a transição técnica entre as formas de produção que utilizavam energia natural (água, vento, força animal), ferramentas manuais, muitas de origem artesanal, e produção dos alimentos, dos meios de trabalho, moradia e tudo o que envolve o viver de um grupo humano, nas oficinas domésticas ou rurais. Taís técnicas desenham paisagens históricas da produção que inclui rotas de transporte e moradia.
- EIXO 3 - NOVAS TECNOLOGIAS NOS ESTUDOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL
Ler Texto
Este eixo abre vertentes de discussão sobre métodos e ferramentas que expandam as possibilidades do registro documental tradicional , que muitas vezes não alcança a proposição principal do estudo. A digitalização de alta precisão, fotogrametria, escaneamento 3D, o geoprocessamento e as metodologias multicritério permitem diversos avanços em termos de geração de análise e conteúdos, permitindo vários controles como monitoramento de condições ambientais, integridade estrutural em remanescentes, gestão preventiva, criação de repositórios digitais para dados abertos, estudos comparativos e identificação de transfer tecnológico e engenharia reversa entre outras possibilidades.
- EIXO 4 - PATRIMÔNIO CULTURAL NAS DINÂMICAS DO TURISMO SUSTENTÁVEL
Ler Texto
Este eixo investiga as complexas inter-relações entre a salvaguarda do patrimônio cultural e o desenvolvimento de práticas turísticas pautadas pela sustentabilidade e pelo respeito à memória. Propõe uma análise sobre como a musealização de acervos e a patrimonialização de paisagens históricas de produção — como antigas fábricas, moinhos, engenhos, — podem ser convertidas em ativos turísticos que valorizam a identidade local sem comprometer a integridade dos bens. O debate centra-se na gestão pública e privada do turismo em territórios de memória, discutindo o papel das instituições e comunidades na construção de narrativas que promovam a compreensão das paisagens históricas da produção. O objetivo é compreender o turismo não apenas como atividade econômica, mas como uma ferramenta de divulgação e socialização do patrimônio em escalas locais e transfronteiriças.
INSCRIÇÃO DE OUVINTE
Inscrição para ouvinte IV – SEMPIAS Link Aqui
INSCRIÇÃO
Taxa de inscrição:
1) Professores, pesquisadores e profissionais R$ 100,00;
2) Mestrandos e doutorandos – R$ 70,00;
3) Graduandos – R$ 50,00
4) Ouvintes – não pagam taxa
Transferência (enviar comprovante para o email do evento)
Nome: Claudia Nogueira Fonseca
Banco: Mercado Pago
Agência: 0001
Conta: 29607966218
CPF: 01878210033
Pix : 53984021255
ÁREAS TEMÁTICAS
- EIXO 1 - O PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL NOS MUSEUS
Ler Texto
No Rio Grande do Sul os museus das cidades que se apresentam como núcleos originários da imigração europeia, são lugares nos quais os objetos cunhados ou representativos de tecnologias antigas ou tradicionais estão à disposição em grande número, nem sempre relacionados ou identificados sob esse prisma. No entanto, se reconhecidos como partícipes de um sistema complexo que envolvia tanto produzir como consumir e comercializar, rapidamente sua valorização imaterial emerge pelos múltiplos aspectos históricos que indicam ou referem. Nesse eixo busca-se discutir a identificação de tais objetos em inventários, os valores imateriais a eles associados, o que representam na história técnica de como se faziam as coisas, tradições e costumes a eles associados, sua origem e inserção em paisagens culturais das quais são vestígios materiais e tudo isso não só em museus, mas em coleções rurais, ou urbanas, em arquivos, em bibliotecas e assim por diante.
- EIXO 2 - TÉCNICAS E TECNOLOGIAS DO PATRIMÔNIO PROTOINDUSTRIAL
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O estudo deste vasto e diversificado patrimônio permite triangular referências históricas e fluxos migratórios, evidenciando transferências tecnológicas entre diferentes países e continentes. Neste eixo evidenciam-se estudos sobre o conjunto de vestígios materiais e imateriais dos sistemas produtivos que antecederam a Revolução Industrial e que participavam de operações de organização técnica e comercial complexas. Também se entendem colaborativos ao eixo, estudos sobre a transição técnica entre as formas de produção que utilizavam energia natural (água, vento, força animal), ferramentas manuais, muitas de origem artesanal, e produção dos alimentos, dos meios de trabalho, moradia e tudo o que envolve o viver de um grupo humano, nas oficinas domésticas ou rurais. Taís técnicas desenham paisagens históricas da produção que inclui rotas de transporte e moradia.
- EIXO 3 - NOVAS TECNOLOGIAS NOS ESTUDOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL
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Este eixo abre vertentes de discussão sobre métodos e ferramentas que expandam as possibilidades do registro documental tradicional , que muitas vezes não alcança a proposição principal do estudo. A digitalização de alta precisão, fotogrametria, escaneamento 3D, o geoprocessamento e as metodologias multicritério permitem diversos avanços em termos de geração de análise e conteúdos, permitindo vários controles como monitoramento de condições ambientais, integridade estrutural em remanescentes, gestão preventiva, criação de repositórios digitais para dados abertos, estudos comparativos e identificação de transfer tecnológico e engenharia reversa entre outras possibilidades.
- EIXO 4 - PATRIMÔNIO CULTURAL NAS DINÂMICAS DO TURISMO SUSTENTÁVEL
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Este eixo investiga as complexas inter-relações entre a salvaguarda do patrimônio cultural e o desenvolvimento de práticas turísticas pautadas pela sustentabilidade e pelo respeito à memória. Propõe uma análise sobre como a musealização de acervos e a patrimonialização de paisagens históricas de produção — como antigas fábricas, moinhos, engenhos, — podem ser convertidas em ativos turísticos que valorizam a identidade local sem comprometer a integridade dos bens. O debate centra-se na gestão pública e privada do turismo em territórios de memória, discutindo o papel das instituições e comunidades na construção de narrativas que promovam a compreensão das paisagens históricas da produção. O objetivo é compreender o turismo não apenas como atividade econômica, mas como uma ferramenta de divulgação e socialização do patrimônio em escalas locais e transfronteiriças.
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR
ATIVIDADES
Manhã: 08h/12h
GT1.1 – Museus, Memória e Identidades Transfronteiriças
Local: Sala Virtual
GT1.2 – Salvaguarda das Tecnologias Históricas
Local: Sala Virtual
Tarde: 14h/17:30h
GT2.2– Tecnologias Patrimoniais e Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Local: Sala Virtual
Tarde: 14h/18h
GT3.2. - Tecnologias Convergentes e Diálogos Interdisciplinares na Gestão do Patrimônio Cultural
Local: Sala Virtual UFPEL/6
GT3.3. - Tecnologias Digitais, Memória e Patrimônio: desafios e potencialidades
Local: Sala Virtual UFPEL/6
GT4.1 - Turismo e a Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Local: Sala Virtual
GT4.2 - Memória Social e Itinerários Turísticos Transfronteiriços
Local: Sala Virtual
Tarde: 16h/18h
Credenciamento
Local: Auditório Gramado
Noite: 18h/18:30h
Abertura Oficial
Local: Auditório Gramado
Noite: 19h
Conferência de Abertura - Paisagem sonora industrial: uma outra perspectiva do patrimônio
Local: Auditório Gramado

Conferencista
Maria Letícia Mazzucchi Ferreira
Professora Emérita da Universidade Federal de Pelotas, UFPEL. Docente permanente no Programa de Pós-Graduação (Mestrado/Doutorado) em Memória Social e Patrimônio Cultural da UFPEL.Foi membro da comissão de implantação do Curso de Bacharelado em Museologia, atuando como Coordenadora desse curso entre 2006-2008.Presidente da Comissão de implantação do Curso de Bacharelado em Conservação e Restauro de Bens Culturais Móveis. Foi pesquisadora do Inventário Nacional de Referências Culturais: Tradição doceira pelotense, promovido pelo IPHAN, Monumenta e UNESCO. Coordenou,entre 2009-2012, o projeto CAFP-CAPES”Instituições, legislação, territórios e comunidades: perspectivas sobre o patrimônio material e imaterial no Brasil e Argentina”, envolvendo a UFPEL e a Universidade de Buenos Aires. Coordenou, pelo lado brasileiro, o projeto de cooperação com o Laboratoire d’Anthropologie et de Psychologie Cognitives et Sociales, da Universidade de Nice, França, participando de projeto de investigação internacional financiado pela ANR (Agence Nationale de la Recherche) coordenado pelo antropólogo Joel Candau.Pós-Doutorado na Universidade Paris IV, entre 2018-19 e no LAHIC-EHESS, entre 2009-2010, ambos na França. Atua como docente e pesquisadora na área de Patrimônio, principalmente nos seguintes temas: regimes memoriais, memórias traumáticas, museus de memória, patrimônios difíceis, patrimônio industrial.
E-mail: leticiamazzucchi@gmail.com
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Hotéis de referência:
4 estrelas: Hotel Colline de France-Gramado RS (Hotel Colline de France-Gramado RS, R. Vigilante, 400 – Bairro, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/SPko9o33EQeXRhL29
4 estrelas: Hotel Sesc Gramado (Av. das Hortênsias, 4150 – Centro, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/n33m5Mmef2hsQZnSA
3 estrelas: Chalé Stilo (Rua Parobé Linha Nova, 750 – Dutra, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/8jnNcmEWWHqFFUdy5
3 estrelas: Hotel Fioreze Quero Quero (R. Dartagnan Oliveira, R. Vigilante, 200, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/25RyKnTRaJrxG25n9
2 estrelas: Flat’s Golden Gramado (Rua Parobé Linha Nova, 416 – Dutra, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/2ZNboSqkXzDn7PC69
2 estrelas: Villa Chalés Gramado – OH HOTÉIS (Av. das Hortênsias, 3634 – Vila Suica, Gramado – RS, 95670-434)
https://maps.app.goo.gl/ijDv9S96TJ2gggmDA
Hotéis e pousadas:
Pousada Gramadense (R. Emílio Leobet, 1587 – Dutra, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/t6g3Nign2zji2kTx5
Pousada Drehmer Haus (R. Emílio Leobet, 1650 – Dutra, Gramado – RS, 95670-000)
https://maps.app.goo.gl/NnXneCJM5MBu8ric6
Pousada Genial (R. Emílio Leobet, 1626 – Dutra, Gramado – RS, 95672-024)
https://maps.app.goo.gl/7mr6Wop6CPoKK8bW7
Pousada Borô (R. Vigilante, 300 – Dutra, Gramado – RS, 95670-614)
https://maps.app.goo.gl/RkR5uc2D2xGK3tEg7
Pousada Ville Vie (Av. das Hortênsias, 3880 – Centro, Gramado – RS, 95670-000)
Manhã: 08h/10h
Mesa temática 1 – Museus, Memória e Identidades Transfronteiriças
Local: Auditório Gramado
Manhã: 10:30/12:30h
Mesa temática 2- Memória Social e Itinerários Turísticos
Local: Auditório Gramado
Tarde: 14:30h/16:30h
Mesa temática 3 – Instituições do Patrimônio Industrial
Local: Auditório Gramado
Tarde: 17h/19h
Manhã: 9h/12h
Tarde: 14h / 17:00h
Mini-Curso – Patrimônios na sombra
Local: Auditório Gramado
Noite: 18:00h
Leitura da Carta de Gramado
Local: Auditório Gramado
Manhã: 9:30/12:30
ATIVIDADES
Manhã: 08h/12h
GT1.1 – Museus, Memória e Identidades Transfronteiriças
Local: Sala Virtual
GT1.2 – Salvaguarda das Tecnologias Históricas
Local: Sala Virtual
Tarde: 14h/17:30h
GT2.2– Tecnologias Patrimoniais e Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Local: Sala Virtual
Tarde: 14h/18h
GT3.2. - Tecnologias Convergentes e Diálogos Interdisciplinares na Gestão do Patrimônio Cultural
Local: Sala Virtual UFPEL/6
GT3.3. - Tecnologias Digitais, Memória e Patrimônio: desafios e potencialidades
Local: Sala Virtual UFPEL/6
GT4.1 - Turismo e a Sustentabilidade das Paisagens Produtivas
Local: Sala Virtual
GT4.2 - Memória Social e Itinerários Turísticos Transfronteiriços
Local: Sala Virtual
Tarde: 16h/18h
Credenciamento
Local: Auditório Gramado
Noite: 18h/18:30h
Abertura Oficial
Local: Auditório Gramado
Noite: 19h
Conferência de Abertura
Local: Auditório Gramado
Manhã: 08h/10h
Mesa temática 1 – Museus, Memória e Identidades Transfronteiriças
Local: Auditório Gramado
Manhã: 10:30/12:30h
Mesa temática 2- Memória Social e Itinerários Turísticos
Local: Auditório Gramado
Tarde: 14:30h/16:30h
Mesa temática 3 – Instituições do Patrimônio Industrial
Local: Auditório Gramado
Tarde: 17h/19h
Manhã: 9h/12h
Tarde: 14h / 17:00h
Mini-Curso – Patrimônios na sombra
Local: Auditório Gramado
Noite: 18:00h
Leitura da Carta de Gramado
Local: Auditório Gramado
Manhã: 9:30/12:30
SOBRE AS ATIVIDADES
O QUE SÃO OS GTs?
Sessões de comunicações que desenvolvem uma das propostas dos eixos (que podem ter outro título). Coordenadas por um convidado e um membro da equipe da Comissão de Organização. Abrirá um edital para submissão de resumos. Os coordenadores selecionam até 10 resumos.
QUANDO E ONDE OCORRERÃO OS GTS?
Online. Será informado o link de cada sala a partir do dia 22 de maio.
O QUE SÃO AS MESAS TEMÁTICAS?
São as quarto mesas redondas presenciais do evento. São coordenadas por alguém do Comitê Científico, que também pode ser palestrante e mais 3 ou 4 convidados. Deve contemplar um ou mais eixos temáticos (integralmente ou parcialmente).
QUANDO E ONDE ACONTECERÃO?
Presencial, no dia 28 de maio, em um horário da manhã e da tarde. No Auditório da Câmara Municipal de Gramado
VISITAS TÉCNICAS
O QUE SÃO AS VISITAS TÉCNICAS?
Constituem a parte prática do SEMPIAS e oferecem aos participantes a oportunidade de ver exemplificado conteúdos da proposta temática: a presença e o significados dos objetos nos museus, o uso da arquitetura histórica como acervo exemplar de tecnologias antigas e a memória do trabalho em antigas complexos fabris, que remontam ao period de constituição das cidades.
ONDE OCORRERÃO?
Em quatro lugares diferentes: em dois museus de Gramado e em Caxias do Sul.
MUSEU HISTÓRICO MAJOR JOSÉ NICOLETTI FILHO
Situado na antiga residência do primeiro administrador de Gramado, a visita técnica aqui foca na arquitetura de transição (madeira e alvenaria) e na gestão de museus-casa. O local é fundamental para entender a gênese urbana da cidade e a preservação do cotidiano das elites políticas do início do século XX.
MUSEU MUNICIPAL HUGO DAROS
Espaço que salvaguarda o acervo histórico da cidade, sendo essencial para pesquisadores que buscam compreender a evolução urbana e social da região
MUSEU DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA VÁRZEA GRANDE
O museu ocupa a antiga estação que conectava a região por trilhos. A visita técnica explora o patrimônio ferroviário como vetor de desenvolvimento econômico. É um espaço privilegiado para discutir como o transporte moldou a ocupação do território e como a restauração de prédios públicos pode revitalizar comunidades locais.
TRILHA DO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL
Diferente de um museu tradicional, a trilha em Caxias do Sul é um percurso de interpretação urbana. Ela conecta antigos complexos fabris e trata de apresentar exemplos da protoindústria e da industrialização consolidada, observando a tipologia arquitetônica das fábricas e a relação entre o espaço de trabalho e a moradia operária.
QUANDO OCORRERÃO?
Presencial, no dia 29 de maio, pela manhã e no dia 30 de maio, pela manhã.
WORKSHOP
O QUE É O WORKSHOP?
É uma atividade presencial de duas horas e trinta minutos na qual o palestrante apresenta a fundamentação teórica e os passos práticos para a construção do Atlas das Maravilhas da América do Sul e do Caribe. Esta metodologia inovadora não se limita ao registro cartográfico, mas propõe um inventário crítico e sensível dos bens culturais que definem a identidade dos territórios. Será dada ênfase aos locais que possuem manifestações de raízes históricas profundas em uma abordagem que leva em conta o conhecimento intersdisciplinar sobre o fenômeno da patrimonialização dos exemplos fornecidos.
QUANDO E ONDE OCORRERÃO?
Presencial, no dia 29 de maio, à tarde. No Auditório Gramado
A CARTA DE GRAMADO
O QUE É A CARTA DE GRAMADO?
A Carta de Gramado, a ser gestada no contexto do VI SEMPIAS (Seminário Internacional de Patrimônio Industrial, Alimento e Sustentabilidade), pretende ser um documento programático e político-acadêmico que servirá para formalizar as bases para uma cooperação científica internacional e interinstitucional no âmbito do Rio Grande do Sul. Buscará por meio da identificação de afinidades temáticas propor uma estrutura formal de colaboração entre programas de pós-graduação e pesquisadores independentes com o intuito de compartilhar metodologias, fontes documentais e projetos de cooperação, tendo como princípios comuns o fomento à produção de conhecimento sobre os patrimônios protoindustriais, industrias e a memória dos objetos e locais de trabalho.
QUANDO E ONDE ACONTECERÁ?
Presencial, no dia 29 de maio, após o Workshop. No Auditório Gramado
SOBRE AS ATIVIDADES
O QUE SÃO OS GTs?
Sessões de comunicações que desenvolvem uma das propostas dos eixos (que podem ter outro título). Coordenadas por um convidado e um membro da equipe da Comissão de Organização. Abrirá um edital para submissão de resumos. Os coordenadores selecionam até 10 resumos.
QUANDO E ONDE OCORRERÃO OS GTS?
Online. Será informado o link de cada sala a partir do dia 22 de maio.
O QUE SÃO AS MESAS TEMÁTICAS?
São as quarto mesas redondas presenciais do evento. São coordenadas por alguém do Comitê Científico, que também pode ser palestrante e mais 3 ou 4 convidados. Deve contemplar um ou mais eixos temáticos (integralmente ou parcialmente).
QUANDO E ONDE ACONTECERÃO?
Presencial, no dia 28 de maio, em um horário da manhã e da tarde. No Auditório da Câmara Municipal de Gramado
VISITAS TÉCNICAS
O QUE SÃO AS VISITAS TÉCNICAS?
Constituem a parte prática do SEMPIAS e oferecem aos participantes a oportunidade de ver exemplificado conteúdos da proposta temática: a presença e o significados dos objetos nos museus, o uso da arquitetura histórica como acervo exemplar de tecnologias antigas e a memória do trabalho em antigas complexos fabris, que remontam ao period de constituição das cidades.
ONDE OCORRERÃO?
Em quatro lugares diferentes: em três museus de Gramado e em Caxias do sul.
MUSEU HISTÓRICO MAJOR JOSÉ NICOLETTI FILHO
Situado na antiga residência do primeiro administrador de Gramado, a visita técnica aqui foca na arquitetura de transição (madeira e alvenaria) e na gestão de museus-casa. O local é fundamental para entender a gênese urbana da cidade e a preservação do cotidiano das elites políticas do início do século XX.
MUSEU MUNICIPAL HUGO DAROS
Espaço que salvaguarda o acervo histórico da cidade, sendo essencial para pesquisadores que buscam compreender a evolução urbana e social da região
MUSEU DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA VÁRZEA GRANDE
O museu ocupa a antiga estação que conectava a região por trilhos. A visita técnica explora o patrimônio ferroviário como vetor de desenvolvimento econômico. É um espaço privilegiado para discutir como o transporte moldou a ocupação do território e como a restauração de prédios públicos pode revitalizar comunidades locais.
TRILHA DO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL
Diferente de um museu tradicional, a trilha em Caxias do Sul é um percurso de interpretação urbana. Ela conecta antigos complexos fabris e trata de apresentar exemplos da protoindústria e da industrialização consolidada, observando a tipologia arquitetônica das fábricas e a relação entre o espaço de trabalho e a moradia operária.
QUANDO OCORRERÃO?
Presencial, no dia 29 de maio, pela manhã e no dia 30 de maio, pela manhã.
WORKSHOP
O QUE É O WORKSHOP?
É uma atividade presencial de duas horas e trinta minutos na qual o palestrante apresenta a fundamentação teórica e os passos práticos para a construção do Atlas das Maravilhas da América do Sul e do Caribe. Esta metodologia inovadora não se limita ao registro cartográfico, mas propõe um inventário crítico e sensível dos bens culturais que definem a identidade dos territórios. Será dada ênfase aos locais que possuem manifestações de raízes históricas profundas em uma abordagem que leva em conta o conhecimento intersdisciplinar sobre o fenômeno da patrimonialização dos exemplos fornecidos.
QUANDO E ONDE OCORRERÃO?
Presencial, no dia 29 de maio, à tarde. No Auditório Gramado
A CARTA DE GRAMADO
O QUE É A CARTA DE GRAMADO?
A Carta de Gramado, a ser gestada no contexto do VI SEMPIAS (Seminário Internacional de Patrimônio Industrial, Alimento e Sustentabilidade), pretende ser um documento programático e político-acadêmico que servirá para formalizar as bases para uma cooperação científica internacional e interinstitucional no âmbito do Rio Grande do Sul. Buscará por meio da identificação de afinidades temáticas propor uma estrutura formal de colaboração entre programas de pós-graduação e pesquisadores independentes com o intuito de compartilhar metodologias, fontes documentais e projetos de cooperação, tendo como princípios comuns o fomento à produção de conhecimento sobre os patrimônios protoindustriais, industrias e a memória dos objetos e locais de trabalho.
QUANDO E ONDE ACONTECERÁ?
Presencial, no dia 29 de maio, após o Workshop. No Auditório Gramado
PRÉ – EVENTOS
São atividades gratuitas que antecedem o evento, virtuais e presenciais e nas cidades das instituições.
Ainda não temos agenda!!!
COMITÊ CIENTÍFICO
COMITÊ CIENTÍFICO
COMISSÃO ORGANIZADORA
Claudia da Silva Nogueira
Alex Juarez Muller
Aline Manuela Klein de Almeida
Caterine Henriques Mendes
Cinara Isolde Koch Lewinski
Catia Maria dos Santos Machado
Fábio Chang de Almeida
Lucas Anderson de Carvalho
Laiana Pereira da Silveira
Lilia Waltzer Rodrigues
Lucas Zuchoski Ceglinski
Nathália da Silva Benito – colaboradora
Tatiana Ferreira da Silva
COMISSÃO ORGANIZADORA
Claudia da Silva Nogueira
Alex Juarez Muller
Aline Manuela Klein de Almeida
Caterine Henriques Mendes
Cinara Isolde Koch Lewinski
Catia Maria dos Santos Machado
Fábio Chang de Almeida
Lucas Anderson de Carvalho
Laiana Pereira da Silveira
Lilia Waltzer Rodrigues
Lucas Zuchoski Ceglinski
Nathália da Silva Benito – colaboradora
Tatiana Ferreira da Silva
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cord.ivsempias@gmail.com
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